Intellisync e o consumidor final
10 Jan
enviado por Alexandre Fugita , direto da rua, via Nokia E61i
Dando seqüência à “série” iniciada no post sobre o Intellisync e o mercado corporativo, vou teorizar sobre o uso do serviço por pessoas físicas, ou seja, todos nós.
O Intellisync foi feito para o mercado corporativo. É necessário um servidor na internet que atue como o ponto central de sincronização, ou seja, um mínimo de estrutura. Não faz sentido uma pessoa física alocar um servidor só para servir ao seu email e PIM.
Mas a idéia de ter tudo sincronizado é o que realmente “pega”. O serviço Plaxo está aí para provar e não duvido que outras soluções apareçam.
O Intellisync resolve o problema de “onde está o e-mail do Inagaki quando preciso lhe mandar a última corrente?”, ou ainda, “ah, olha esse e-mail… ops, acho que baixei no computador da firma…”. Na minha opinião, deveriam criar uma forma de beneficiar também o consumidor final.
Uma idéia nesse sentido é associar-se com algum player do mercado de webmail. O consumidor que tem um aparelho compatível com o Intellisync fica feliz por ter tudo sincronizado e a Nokia ganha uma posição forte no mercado.