07
Jan
enviado por Alexandre Fugita
, direto da rua, via Nokia E61i
Estava arrumando meu quarto esses dias quando me deparei com a caixa do meu primeiro celular, por acaso um Nokia. Era o modelo 2160 que você pode conferir ao lado do moderno E61i na foto abaixo. O máximo que fazia em termos de conectividade, além de ligações, era enviar e receber SMS. Internet? Nem em sonho.

Depois troquei por um 8260, um dos mais famosos Nokias, aquele que foi sonho de consumo de muita gente. Também não tinha internet, mas já era mais moderno que o aparelho anterior. Finalmente troquei por um 6100. Este sim, tinha acesso à internet e eu o usava como modem para meu PDA. Nada muito prático, mas salvava o dia quando necessário.
O substituto para o ótimo 6100 foi um Treo. Sim, trai a Nokia por um palm. Este me abriu o mundo mobile ao qual estou acostumado. E agora, com o E61i, a saga se completa, com um aparelho poderoso, com todas as funcionalidades de todos os anteriores e um pouco mais. Como será daqui dez anos?
22
Dez
enviado por Alexandre Fugita
, direto da rua, via Nokia E61i
Acho engraçado chamarmos aquela máquina sobre nossa mesa de trabalho de computador pessoal. Muitas vezes não é tão pessoal assim pois, por ficar preso a uma mesa, invariavelmente outras pessoas o utilizarão. Isso acontece principalmente na casa das pessoas que não moram sozinhas, ou seja, no final o computador é pessoal, mas de várias pessoas e não apenas uma.
Na minha visão o celular/ smartphone é o verdadeiro computador pessoal. Estamos sempre com ele. Tem gente que sai de casa e esquece documentos e dinheiro, mas sempre leva o celular. E agora com a proliferação dossmartphones, esse gadget fica cada vez mais poderoso fazendo tarefas tão bem quanto aquela máquina sobre nossas mesas.
Além disso quase sempre um celular/ smartphone é usado só por uma pessoa. Quer computador pessoal mais pessoal que esse?