04
Jan
enviado por Alexandre Inagaki
, direto da rua, via Nokia E61i
No primeiro post que escrevi aqui, disse que usar o E61i foi minha primeira experiência com smartphones. Não titubeio em afirmar, após algumas semanas: como é útil ter um desses aparelhos em mãos! Mobilidade, definitivamente, é uma necessidade de nossos tempos. E quando comecei a explorar mais a fundo os recursos do Nokia Intellisync Mobile Suite, dentre eles o acesso fácil e descomplicado à minha agenda, incluindo anotações e listas de tarefas, e principalmente o Wireless Email, quase mágico, que além de permitir que eu envie e-mails de qualquer local (incluindo rodovias ou pousadas no meio do mato) sincroniza minhas caixas postais, estejam elas no micro do meu quarto ou no E61i. Tudo tão eficiente e impressionante que, como escreveu meu colega Gitti, chega a dar medo.
A tecnologia é definitivamente fascinante. Quando imagino os milhões de dados sendo transmitidos via wireless através do ar, penso em como as coisas mudaram tão radicalmente em tão pouco tempo. Cazuza descreveu precisamente nossa era: “museu de grandes novidades”. Graças aos avanços tecnológicos tenho ao alcance de minha mão, com apenas um smartphone, uma conexão e algumas buscas googlícas, em qualquer local onde esteja, a mesma quantidade de informações que antes eu necessitava caçar nas dezenas de volumes das enciclopédias Barsa e Mirador que ocupavam as estantes de minha infância.
Coisas de tempos nos quais palavras como “vitrola” tornaram-se vernáculos tão ultrapassados quanto o primeiro computador pessoal que tivemos em minha casa: um jurássico TK-85, cujos programas eram digitados em quilométricos comandos de Basic (”IF”, “THEN”, “GOTO”, “PRINT”, “INPUT”…) e registrados depois em fitas cassete e gravadores de voz. Se um dia eu contar essa história para meu neto, ele provavelmente rirá da minha cara, pedindo pra que eu deixe de inventar lorotas de ficção científica dignas de desenhos dos Jetsons…
04
Jan
enviado por Thiago Mobilon
, direto da rua, via Nokia E61i
Um bom SmartPhone, precisa de um Sistema Opercional que seja capaz de lidar com todo poder de Hardware que ele tem a oferecer. Este é o caso do Symbian, sistema utilizado nos aparelhos da Nokia. Ele possui seus defeitinhos como qualquer coisa que é feita por um ser humano, mas mesmo assim é um dos melhores existentes no mercado. É também um dos sistemas móveis mais utilizados do mundo, consequência disso, é a quantidade absurda de softwares bons feitos por terceiros, que se encontra para baixar de graça.
No meu post anterior, citei que estava me virando com a interface web do Gmail, enquanto o problema da “credencial expirada” não era resolvido. O próprio Gmail oferece um aplicativo simples para gerenciar sua caixa de entrada em um Symbian. Desta forma você corta caminho, e não precisa abrir o browser para digitar o endereço do gmail, login e senha toda vez que quiser checar mensagens.
É claro que isso é só um quebra galho! Este mini aplicativo não gerencia várias contas, contatos, compromissos ou coisas do tipo, apenas oferece uma visualização clean da caixa de entrada.
Eu já estava tão viciado em ver a tal da luzinha piscando, que agora estou sentindo falta.
03
Jan
enviado por Alexandre Inagaki
, direto da rua, via Nokia E61i
Acabou de cair a energia no bairro em que moro. Imagino que tenha sido por causa da chuva torrencial que caiu hoje em S. Paulo. Eu, que costumo render melhor de madrugada, estaria lascado se não fosse pelo smartphone (através do qual digito este post). Aleluia, também, pelo fato de o E61i ter o recurso Intellisync de sincronização de e-mails. Isso me renderá uma economia de tempo violenta, que em outras eras seria desperdiçado fritando em minha cama por conta do meu hábito de dormir lá pelas altas horas da noite. Alívio saber que meu companheiro de insônia será um smartphone em vez da vela tradicional de outros tempos…
03
Jan
enviado por Carlos Merigo
, direto da rua.
Acho que esse foi o primeiro recesso de fim de ano que realmente passei minimamente conectado. Em todos os outros anos me desligava completamente da vida online, e passava dias usando o cérebro o menos possível, descansando a mente para os 365 dias seguintes.
A vantagem é que quando se volta ao dia-a-dia, como hoje, as coisas estão praticamente organizadas. E-mails devidamente lidos, respondidos e inutilidades apagadas. Feeds acompanhados e pouca coisa para se colocar em dia.
Tem gente que não vê isso com bons olhos, acha que é levar dor de cabeça para as férias. Mas manter-se conectado não significa necessariamente trabalho, e muito menos é um sacrifício. Para mim, a vida online é acima de tudo conteúdo. Acompanhar feeds, ler blogs, postar e twiitar é, também, diversão.
02
Jan
enviado por Gustavo Gitti
, direto da rua.
Hoje desativei o sync com os emails do trabalho. Quero o cel just for fun.
Testei o sync adicionando mais um dispositivo, o laptop de um amigo. Como o Fugita falou, para o mundo corporativo isso é uma beleza. Um cliente mudou de telefone e você precisar atualizar os notebooks, smartphones e celulares de toda a equipe? Uma edição e voilá!
É bonito ver uma empresa entender que o caminho mais inteligente não é hardware nem software-oriented, mas mobile-oriented ou freedom-oriented, por assim dizer. Como eu disse, a palavra-chave aqui (e para qualquer sistema de sucesso) é liberdade.