07
Jan
enviado por Alexandre Fugita
, direto da rua, via Nokia E61i
Estava arrumando meu quarto esses dias quando me deparei com a caixa do meu primeiro celular, por acaso um Nokia. Era o modelo 2160 que você pode conferir ao lado do moderno E61i na foto abaixo. O máximo que fazia em termos de conectividade, além de ligações, era enviar e receber SMS. Internet? Nem em sonho.

Depois troquei por um 8260, um dos mais famosos Nokias, aquele que foi sonho de consumo de muita gente. Também não tinha internet, mas já era mais moderno que o aparelho anterior. Finalmente troquei por um 6100. Este sim, tinha acesso à internet e eu o usava como modem para meu PDA. Nada muito prático, mas salvava o dia quando necessário.
O substituto para o ótimo 6100 foi um Treo. Sim, trai a Nokia por um palm. Este me abriu o mundo mobile ao qual estou acostumado. E agora, com o E61i, a saga se completa, com um aparelho poderoso, com todas as funcionalidades de todos os anteriores e um pouco mais. Como será daqui dez anos?
07
Jan
enviado por Gustavo Gitti
, direto da rua, via Nokia E61i
Esse final de semana não toquei no celular. Nada de Intellisync, Google Maps, Twitter, Gmail, nada. Não chegou a me dar crise de abstinência, claro. Cheguei, no entanto, à mesma conclusão que meus amigos aqui: tecnologia mobile economiza tempo, não o contrário.
Os últimos tempos foram bem divertidos. Pude gravar em áudio algumas notas mentais, anotar idéias, agendar eventos (via agenda normal integrada ao Intellisync e via Google Calendar), twittar, enviar emails curtos, tirar fotos, rascunhar posts, ler, ler, ler! Quando a conexão se perdia no metrô, tinha já aberto páginas ou emails suficientes para prosseguir a leitura. O YouTube Mobile também foi bem bom de conhecer.
Vamos ver se esse ano as pessoas vão se conectar ainda mais, não somente com a Internet, mas entre si – usando tecnologia ou pele mesmo. Afinal, há uma outra crise de abstinência bem pior, não é mesmo? 