17
Jan
enviado por Gustavo Gitti
, direto da rua, via Nokia E61i
Se o Intellisync é um novo tipo de produto (por integrar software, hardware e redes de comunicação, sem ser especificamente nada disso), um serviço direcionado à nova geração de aparelhos e também à nova geração de mentes humanas, nada mais adequado do que produzir um novo tipo de marketing, não é mesmo? Uma ação que não só espelhe o ineditismo do produto, mas também fale a língua das novas mentes que estão surgindo por aí. Algo inspirado no mote “Get real!”.
Neste blog, tive experiência como autor e leitor. Pelas duas perspectivas, posso afirmar que uma propaganda tradicional perde todo o seu apelo diante dos relatos vivos dos blogueiros aqui. Um release técnico é muito menos rico do que algumas explicações e slogans espontâneos que surgiram aqui, vindos de nossa breve vivência com alguns celulares e smartphones.
Eu li absolutamente tudo o que existia online sobre o sistema Intellisync. Tudo oficial, no site americano, no europeu… Nada realmente fez tanto sentido quanto alguns posts deste blog. Seja para produzir identificação e desejo ou para elucidar questões técnicas, o blog foi mais eficaz.
Cinco pessoas reais com experiências reais… Nada ganha disso. Tudo mais parece artificial.
E vocês? Concordam?
16
Jan
enviado por Alexandre Inagaki
, direto da rua, via Nokia E61i
Vocês já assistiram a “Procurando Nemo”? Se sim, saibam que aquele peixe dourado, cuja voz na versão legendada é feita pela Ellen McGeneres, sou eu. Pra quem não conhece a história, eu me refiro a um peixe que sofria de uma espécie de amnésia que fazia com que ele esquecesse de tudo, como se sua cabeça fosse pura memória RAM, totalmente volátil.
Eu sou assim. E já levei muita bronca de namorada por esquecer de datas importantíssimas para uma mulher: o dia do aniversário do namoro, o dia em que demos nosso primeiro beijo, o dia em que enfim fomos para a cam… Bem, vocês entenderam. E isso pra não falar dos compromissos profissionais, como reuniões agendadas ou o deadline de textos para serem entregues.
Logo percebi que um dos features do Intellisync mais úteis para mim é a sincronização de agendas. Toda reunião que eu agendava em meu Outlook logo era sincronizado automaticamente com meu smartphone. Assim, mesmo da rua, eu não tinha como deixar de lembrar dos meus compromissos. A não ser, é claro, que eu esquecesse meu E61i por aí, como fiz recentemente com os óculos escuros que comprei há uma semana e já perdi.
Em tempo: o nome do peixinho dourado do filme é Dory. Tive de recorrer ao Google pra me lembrar do nome do personagem…
15
Jan
enviado por Alexandre Fugita
, direto da rua, via Nokia E61i
Calma, não tem nada a ver com rádio. O zê, ipsulon, bê do título refere-se a outra coisa… Neste fim de semana descobri um serviço que sincroniza sua agenda de telefones na internet. Claro, o Intellisync faz isso, mas esse serviço talvez seja a resposta para aqueles que não podem pagar por um servidor - pessoas físicas - apenas para usufruir do poder da sincronização on-line.
O serviço chama-se Zyb (zyb.com) e sincronizou-se perfeitamente com o E61i. Na verdade estava programado apenas para sincronizar agenda de compromissos e contatos. Mas vi que é possível configurar para salvar na internet SMS, notas rápidas e bookmarks.
Sim, não sincroniza emails, mas já resolve parte do problema ao permitir gerenciamento via web da sua agenda, por exemplo. O Zyb funciona com diversos aparelhos e a configuração chega via SMS, mesmo aqui no Brasil. Testei e gostei.
14
Jan
enviado por Gustavo Gitti
, direto da rua, via Nokia E61i
Bom, foram anos escrevendo de smartphones e celulares, ao lado desses grandes blogueiros. Anos compartilhando experiências sobre o Intellisync neste blog…
OK, não é para tanto, mas como nessas 4 semanas houve mais de um post por dia, até que já dá para ensaiar uma retrospectiva. Selecionei apenas 2 posts por blogueiro:
13
Jan
enviado por Alexandre Inagaki
, direto da rua, via Nokia E61i
Muito já foi escrito neste blog a respeito dos excelentes recursos do Intellisync. Mas faço um parênteses aqui para exibir algo do qual soube de sua existência por intermédio do Google Maps que instalei em meu E61i. Além de servir praticamente como um GPS, ao menos na cidade de São Paulo, o Google Maps também fez com que eu tomasse conhecimento de uma mirabolante construção artificial em fase final de realização feita em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, graças ao meu cunhado, que me mostrou um projeto megalomaníaco que ele teve a oportunidade de visitar pessoalmente: The World.

Em resumo: são cerca de 300 ilhas, construídas artificialmente no litoral de Dubai, que procuram reproduzir o mapa-múndi visto do alto. Segundo dados da Wikipedia, o custo total desta extravagância arquitetônica beira os 14 bilhões de dólares, sendo que cada ilha está sendo vendida por preços que variam entre 15 e 45 milhões de verdinhas. Valores proibitivos? Nem tanto: cerca de 45% das ilhas já encontraram compradores. Estatística que me obriga a recorrer às palavras do Falcão: “dinheiro não é tudo, mas é 100%”. O site oficial do projeto exibe fotos e vídeos capazes de impressionar qualquer incauto.