Estou na casa do meu avô. Para ele, Internet não se distingue do cabeamento de TV recentemente instalada. Já eu, com a rede 3G, sinto que a Internet nunca me abandona. Já virou vício checar Gmail, olhar minha posição no mapa (cinemas, bancos e teatros ao redor) e fazer anotações. Logo eu, que estava acostumado com o celular mais simples do mundo, aquele Nokia cinza claro que todo mundo já teve, sabe?
Com esse suporte, nossa mente vai se alterando também. Eu posso, a qualquer momento, fazer aquilo que estava acostumado a só fazer em casa (não, mentes sujas, estou falando de me comunicar pela Internet mesmo). Abre-se um espaço adicional e nossa mente aproveita: surgem idéias para posts (às vezes gravo em áudio, às vezes anoto em tópicos), planejamentos para o trabalho (mexo no Outlook do trabalho sem precisar bater ponto), emails inesperados, etc.
Nossa mente sempre foi Intellisync. Agora é hora dos engenheiros e programadores começarem a espelhar isso em dispositivos móveis e sistemas como esse da Nokia.